Pesquisa ouviu 1.200 eleitores em todas as regiões de Goiás.
Por Foto: Reprodução
Uma pesquisa do Instituto IGAPE divulgada nesta semana apresenta o cenário atual da disputa pelas duas cadeiras do Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de 2026 em Goiás. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 6 de março, com 1.200 eleitores entrevistados em diversas regiões do estado. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-04220/2026, a pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
No cenário de primeiro voto, a primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado (UB), aparece na liderança com 15,8% das intenções de voto. Na sequência está o deputado federal Gustavo Gayer (PL), que registra 9,8% e se consolida como um dos principais nomes da ala conservadora na disputa. O atual senador Vanderlan Cardoso (PSD) surge em terceiro lugar com 7,3%, seguido pelo ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (MDB), que aparece com 6,9%. O deputado Delegado Humberto Teófilo (NOVO) soma 6,7%, enquanto o deputado Dr. Zacarias Calil (MDB) tem 4,0%. Alexandre Baldy (PP) e o senador Jorge Kajuru (PSB) aparecem empatados com 3,8% das intenções de voto. O levantamento aponta ainda que 42% dos entrevistados não souberam ou preferiram não opinar.
Quando os eleitores são questionados sobre o segundo voto para o Senado, cenário relevante devido às duas vagas em disputa, o quadro apresenta mudanças. Gracinha Caiado permanece na liderança com 11,3% das intenções, enquanto Gustavo Mendanha cresce e assume a segunda posição com 8,2%. O Delegado Humberto Teófilo também apresenta avanço nesse cenário e aparece com 7,1% das intenções de segundo voto.
Ainda nesse recorte da pesquisa, o senador Vanderlan Cardoso registra 6,9%, seguido pelo deputado Dr. Zacarias Calil com 6,6%. Gustavo Gayer aparece com 6,1% na preferência como segunda opção de voto. Na sequência estão Jorge Kajuru com 4,5% e Alexandre Baldy com 3,8%. O percentual de eleitores que não souberam ou não responderam chega a 45,6%, indicando que o cenário eleitoral ainda apresenta um número expressivo de indecisos e pode sofrer alterações até o período oficial da campanha eleitoral.













