Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

PT quer aliança com “todos” que decidirem enfrentar Bolsonaro

de Portal Anápolis
em Política
A A
PT quer aliança com “todos” que decidirem enfrentar Bolsonaro
WhatsappFacebookTwitter

Partido está preocupado com o crescimento do presidente nas pesquisas eleitorais.

Por Pleno News – Foto: Agência PT

A cúpula do PT aprovou nesta quinta-feira (24), uma ampla política de alianças, que ultrapassa as fronteiras de esquerda, para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições. Com isso, até mesmo partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016, como o MDB, o PSD e o PSDB, poderão integrar as coligações nos estados.

Na prática, o PT está preocupado com o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas. A ordem é evitar o “salto alto” e o clima de “já ganhou”. Dirigentes do partido querem que Lula tenha um calendário de atividades nas ruas o quanto antes.

A decisão sobre a política de alianças foi tomada em reunião do Diretório Nacional do PT um dia depois de o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin se filiar ao PSB, dando o primeiro passo para ser vice na chapa de Lula.

Anúncio

Não é a primeira vez, porém, que o PT aprova alianças com partidos que votaram a favor do impeachment de Dilma. A estratégia já foi adotada na eleição presidencial de 2018 e na disputa municipal de 2020, quando os petistas diziam ser necessário sair do isolamento e reconquistar o espaço perdido.

Sob o argumento de que para derrotar Bolsonaro “é preciso dar uma resposta de unidade da sociedade”, o PT afirma agora que a candidatura de Lula deverá trazer “a ampliação (…) que se espera das forças de oposição ao governo nesta quadra da história, respeitando os compromissos programáticos antineoliberais”.

“VÍRUS”
A resolução aprovada pelo PT reflete a estratégia já em curso pela campanha de Lula ao pregar a “unidade dos setores democráticos” não apenas em torno da candidatura ao Planalto, mas também de um “movimento político e social” para derrotar o presidente. O documento define o bolsonarismo como “o principal vírus em circulação na política brasileira” desde 2018.

– Quem outrora não esteve conosco é mais do que bem-vindo a participar deste movimento que devolverá a cadeira de presidente da República ao povo brasileiro – diz um trecho do texto que passou pelo crivo do Diretório Nacional.

Ao se filiar ao PSB, Alckmin foi na mesma linha e justificou a aliança, após embates públicos com Lula, dizendo que se trata de um “momento excepcional” no Brasil, com risco à democracia. Na eleição de 2006, quando disputou o segundo turno com Lula, Alckmin acusou o adversário de ter “quebrado o Brasil” e disse que ele queria voltar “à cena do crime”, mesma expressão usada agora por Bolsonaro. De lá para cá, o ex-governador mudou totalmente o discurso e afirma hoje que Lula representa a “esperança” do povo.

PARTIDOS
Até agora, o PT só fechou acordo para formar uma federação com o PCdoB e o PV, o que significa que esses partidos deverão estar juntos por, no mínimo, quatro anos nas eleições. O PSB decidiu apoiar Lula, mas sem integrar a federação. O PSOL deve seguir o mesmo caminho, embora queira negociar pontos do programa de governo, como a revogação das reformas trabalhista e da Previdência.

– Nós faremos alianças com os partidos de esquerda e progressistas, assim como buscaremos parcerias com o campo democrático, para garantir o pleno funcionamento das instituições democráticas, que estão sob permanente ataque – disse ao Estadão o deputado Paulo Teixeira (SP), secretário-geral do PT.

No Nordeste, porém, até mesmo partidos do Centrão, como o Progressistas e o Republicanos – que compõem a base de sustentação de Bolsonaro no Congresso – têm alianças com o PT e seus líderes devem aderir à campanha de Lula em estados como Bahia, Maranhão e Pernambuco. O vice-governador da Bahia, João Leão (Progressistas), por exemplo, rompeu com o PT, mas disse que apoiará Lula, embora seu partido esteja na base de Bolsonaro.

Uma ala do MDB também promete entrar na campanha de Lula ainda no primeiro turno da eleição, mesmo tendo lançado a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MS) ao Planalto. Pelos cálculos do senador Renan Calheiros (MDB-AL), ao menos 13 diretórios endossam essa articulação. Estão na lista seis seções do Nordeste (Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí), além de dirigentes em outros estados, como os ex-senadores Eunício Oliveira (CE) e Romero Jucá (RR).

*AE

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

“Debate de baixíssimo nível”: Frederico Godoy defende Daniel Vilela e elogia ausência do governador
Política

“Debate de baixíssimo nível”: Frederico Godoy defende Daniel Vilela e elogia ausência do governador

Anápolis confirma 49 candidatos e se consolida como um dos principais polos eleitorais de Goiás em 2026
Bastidores de Anápolis

Anápolis confirma 49 candidatos e se consolida como um dos principais polos eleitorais de Goiás em 2026

Pesquisa Directa coloca Amilton Filho como candidato de Anápolis mais bem posicionado para a Alego
Bastidores de Anápolis

Pesquisa Directa coloca Amilton Filho como candidato de Anápolis mais bem posicionado para a Alego

Concursos públicos oferecem oportunidades mesmo durante o calendário eleitoral
Eleições

Concursos públicos oferecem oportunidades mesmo durante o calendário eleitoral

Prefeito de Cristalina declara apoio a Gustavo Gayer para o Senado
Goiás

Prefeito de Cristalina declara apoio a Gustavo Gayer para o Senado

PGR inicia inspeção dos códigos-fonte dos sistemas das Eleições 2026
Eleições

PGR inicia inspeção dos códigos-fonte dos sistemas das Eleições 2026

Próximo Artigo
Estados definem criação de alíquota única para o diesel

Estados definem criação de alíquota única para o diesel

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

Governador Ronaldo Caiado pode deixar União Brasil e rumores apontam para possível filiação ao PL de Bolsonaro

Governador Ronaldo Caiado pode deixar União Brasil e rumores apontam para possível filiação ao PL de Bolsonaro

Frente Parlamentar pela Educação Critica Recomendação do MP-PB sobre Identidade de Gênero nas Escolas

Frente Parlamentar pela Educação Critica Recomendação do MP-PB sobre Identidade de Gênero nas Escolas

Major Vitor Vitor (PL), candidato ao governo de Goiás, desafia Caiado a confirmar se tem mesmo compromisso com a direita

Major Vitor Vitor (PL), candidato ao governo de Goiás, desafia Caiado a confirmar se tem mesmo compromisso com a direita

Polícia Civil localiza cão avaliado em R$ 9 mil, que estava desaparecido em Anápolis

Polícia Civil localiza cão avaliado em R$ 9 mil, que estava desaparecido em Anápolis

Goiás: custo da energia elétrica vai impactar na inflação e “remédio” pode ser pior que a “doença”

Goiás: custo da energia elétrica vai impactar na inflação e “remédio” pode ser pior que a “doença”

“Não estou fora do jogo”: Bolsonaro desmente Jovem Pan e reacende debate sobre 2026

A facada, os bastidores e o peso da justiça seletiva

  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023