Informações divulgadas por O Globo apontam que banqueiro teria apoiado documentários ligados a diferentes ex-presidentes; caso ocorre em meio à repercussão envolvendo o filme Dark Horse.
Foto: Divulgação/Banco Master
As revelações envolvendo o suposto financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, ganharam um novo desdobramento após o nome do banqueiro Daniel Vorcaro surgir ligado a outras produções audiovisuais envolvendo ex-presidentes da República. Segundo informações divulgadas pela coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, pessoas próximas ao empresário afirmam que ele também teria apoiado financeiramente documentários relacionados aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer.
De acordo com a publicação, Vorcaro teria injetado recursos em pelo menos duas produções de perfil biográfico ou documental: o documentário Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone em 2024, e 963 Dias — A História de um Presidente que Recolocou o Brasil nos Trilhos, obra sobre a gestão do ex-presidente Michel Temer, dirigida por Bruno Barreto. Ainda segundo O Globo, não há informações detalhadas sobre as condições ou os formatos em que os recursos teriam sido repassados aos projetos.
O tema ganhou repercussão após mensagens divulgadas pelo Intercept Brasil apontarem conversas entre o senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro relacionadas ao suposto financiamento do filme Dark Horse, centrado na trajetória política de Jair Bolsonaro. A situação intensificou o debate político depois que a produtora Go Up Entertainment afirmou oficialmente que “não recebeu um único centavo” do banqueiro para a realização do longa.
Outro ponto citado pela coluna é que o publicitário Elsinho Mouco, produtor do documentário sobre Michel Temer, negou ter solicitado qualquer aporte financeiro a Vorcaro. A publicação destaca ainda que o empresário mantinha interlocução em diferentes setores políticos e empresariais, sem vinculação ideológica exclusiva. Nesse contexto, O Globo relembra que Michel Temer atuou, em 2025, como mediador em negociações envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília, recebendo, segundo a reportagem, R$ 10 milhões pelos serviços prestados.
Com informações do Hora Brasília













