Foto: Paulo de Tarso / Prefeitura de Anápolis
A inclusão e as formas de atendimento e cuidado especializado foram temas abordados durante a formação continuada promovida pela Secretaria Municipal de Educação nesta quinta-feira (25) para professores e cuidadores da Rede Municipal de Educação de Anápolis. A capacitação integra uma programação realizada ao longo de toda a semana e reúne profissionais de diversas áreas para discutir temas relacionados à educação inclusiva, com destaque para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de TDAH, dislexia e outras demandas presentes no ambiente escolar.
A formação desta quinta-feira (25) aconteceu no auditório do Centro Administrativo e contou com uma palestra do professor de jiu-jítsu Thiago da Costa Ferreira sobre o tema “Como agir diante de crises de estudantes com TEA em sala de aula?”. Durante o encontro, ele também compartilhou vivências e experiências relacionadas à sua realidade como pai atípico.
O evento também contou com a parceria do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) e a participação do juiz de Direito da Comarca de Anápolis, Fernando Augusto Chacha, que orientou os profissionais sobre seus direitos e deveres no atendimento e acompanhamento dos estudantes em sala de aula.
“Essa formação orienta sobre os cuidados em situações para não gerar gatilhos de crise e, caso elas ocorram, apresenta as melhores formas de acolhimento, contenção e orientação. É uma oportunidade única que Anápolis proporciona ao promover um diálogo entre o Poder Judiciário e a sociedade, para que possamos crescer juntos como corpo social, com olhar e escuta atentos”, afirmou o juiz.
De acordo com a diretora de Inclusão, Lara Bethânia, a formação especializada faz toda a diferença na qualidade do atendimento oferecido aos estudantes que necessitam de acompanhamento durante as atividades escolares.
“Nós estamos formando esses profissionais, porque são eles que enfrentam os desafios no dia a dia. Queremos que, lá na ponta, possam desenvolver um trabalho cada vez melhor com essas crianças. Realizamos esta formação agora e já estamos planejando novas capacitações para o segundo semestre, porque acreditamos que a formação continuada é fundamental para construir uma educação especial de qualidade e verdadeiramente inclusiva”, explicou.












