Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

Arrecadação Federal atinge R$ 208 milhões em junho de 2024, com crescimento de 11,02%

de Richelson Xavier
26 de julho de 2024
em Economia
A A
Arrecadação Federal atinge R$ 208 milhões em junho de 2024, com crescimento de 11,02%
WhatsappFacebookTwitter

Para o segundo semestre de 2024 espera-se um aumento na arrecadação, porém em ritmo menos acelerado.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Em junho de 2024, a arrecadação total das Receitas Federais alcançou o montante de R$ 208.844 milhões, marcando um aumento real (IPCA) de 11,02% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de janeiro a junho de 2024, a arrecadação totalizou R$ 1.289.464 milhões, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,08%. As informações foram divulgadas pela Receita Federal.

De acordo com o balanço, as Receitas Administradas pela Receita Federal do Brasil (RFB) registraram um montante arrecadado de R$ 200.533 milhões em junho de 2024, apresentando um crescimento real de 9,97% em comparação ao ano anterior. No período de janeiro a junho de 2024, a arrecadação das Receitas Administradas totalizou R$ 1.235.285 milhões, com um aumento real de 8,93%.

André Galhardo, consultor econômico da Remessa Online, informa que boa parte do aumento nos primeiros meses deste ano aconteceu por influência do esforço fiscal feito ao longo do ano passado, como taxação de fundos exclusivos.

“Ele é são fruto de um esforço para corrigir parte desse sistema que é ineficiente, que cobra muito de quem tem pouco e muito pouco de quem tem muito. Eu acho positivo, e a gente não pode perder de vista que a continuidade da reforma tributária precisa ser feita. A gente precisa, em um segundo momento, tratar dessa regressividade e diminuir o peso da carga tributária sobre a pequena e média empresa e sobre as pessoas de baixa renda”, aponta.

Expectativas

Para o segundo semestre de 2024, Galhardo afirma que o aumento da arrecadação deve continuar, mas em um ritmo menos intenso.

“A gente está trabalhando para diminuir um pouco a ineficiência no regime tributário brasileiro e por outro lado não podemos perder de vista a necessidade desse olhar mais apurado em relação às despesas do governo brasileiro; eu vejo o segundo semestre com bons olhos, devemos continuar acompanhando esse aumento da arrecadação, mas num ritmo menos intenso”.

“A gente viu entradas extraordinárias de recursos ao longo do primeiro semestre que não devem acontecer novamente no segundo”, completa.

Desoneração da folha de pagamento

Para Roberto Piscitelli, membro da Comissão de Política Econômica do Cofecon, esse crescimento impressiona em função da comparação com quaisquer outros indicadores do nível de atividade econômica.

“Quer dizer que está acima da expectativa. Isso é muito importante em função da projeção de déficit primário, da preocupação com o arcabouço fiscal. E vem no momento em que há uma forte resistência do Congresso Nacional em manter, por exemplo, a prorrogação da desoneração da folha de 17 setores da economia, o que tem um impacto muito forte na arrecadação”, destaca.

A desoneração da folha de pagamento foi criada em 2011 como substituto temporário da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos, variando as alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta. Inicialmente prevista para terminar em dezembro de 2023, foi prorrogada até 2027 para 17 setores da economia e municípios com até 156 mil habitantes., mas enfrentou idas e vindas legislativas

A medida venceria em dezembro de 2023. Mas, por beneficiar atualmente 17 setores da economia, em agosto do ano passado o Congresso Nacional aprovou um projeto que prorrogava o prazo da desoneração até 2027 e reduzia a alíquota de contribuição previdenciária de municípios com até 156 mil habitantes, enfrentando idas e vindas legislativas.

Desde o final do ano passado, o Congresso Nacional e o governo buscam um acordo. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou até 11 de setembro a suspensão do processo que trata da desoneração.

A Receita Federal alertou que a desoneração da folha de pagamento custará mais de R$ 26 bilhões este ano, ampliando o déficit público para R$ 28,8 bilhões e levando ao bloqueio de R$ 15 bilhões no Orçamento federal. O senador Izalci Lucas questionou esses números, apontando que a desoneração já estava em vigor no ano passado.

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, mencionou que a equipe econômica está considerando sugestões dos senadores, como a taxação de sites de compras internacionais, para viabilizar a votação do projeto sem comprometer a meta de equilíbrio fiscal.

Fonte: Brasil 61

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

“O trabalhador vai ao supermercado e não consegue comprar como antes”, afirma Márcio Corrêa
Anápolis

“O trabalhador vai ao supermercado e não consegue comprar como antes”, afirma Márcio Corrêa

16 de outubro de 2026
Habitação: custos pressionam orçamento de famílias e elevam risco de inadimplência; especialista aponta sinais de alerta
Economia

Habitação: custos pressionam orçamento de famílias e elevam risco de inadimplência; especialista aponta sinais de alerta

14 de outubro de 2026
El Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da seca
Agronegócio

El Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da seca

14 de outubro de 2026
CDL Anápolis leva inovação, sustentabilidade e novas oportunidades de negócios à Feira do Empreendedor 2026
Anápolis

CDL Anápolis leva inovação, sustentabilidade e novas oportunidades de negócios à Feira do Empreendedor 2026

28 de setembro de 2026
Reforma Tributária: setor produtivo cobra clareza e previsibilidade na implementação das novas regras
Economia

Reforma Tributária: setor produtivo cobra clareza e previsibilidade na implementação das novas regras

21 de setembro de 2026
Selic a 13,75% ainda é restritiva, avalia CNI
Economia

Selic a 13,75% ainda é restritiva, avalia CNI

18 de setembro de 2026
Próximo Artigo
Apoio de Gustavo Gayer e Nikolas Ferreira fortalece candidatura de Fred Rodrigues em Goiânia

Apoio de Gustavo Gayer e Nikolas Ferreira fortalece candidatura de Fred Rodrigues em Goiânia

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

Projeto que cria gratificação para vigias é analisado nas comissões

Projeto que cria gratificação para vigias é analisado nas comissões

4 de outubro de 2023

Aulas estão suspensas nas escolas municipais a partir de quarta-feira, 18

18 de março de 2020

Ronaldo Caiado assina adesão à Rede Gov.br e garante que “Goiás Digital fará o cidadão se sentir respeitado”

4 de setembro de 2019
Rio Grande do Sul registra 47 mortes após chuvas fortes e desastre natural

Rio Grande do Sul registra 47 mortes após chuvas fortes e desastre natural

13 de setembro de 2023

Brainfarma doa mil testes para detecção de Covid-19 para população de Anápolis

2 de julho de 2020
Marília Mendonça e Iris Rezende: Cristianópolis perde duas figuras que marcaram a história do município

Marília Mendonça e Iris Rezende: Cristianópolis perde duas figuras que marcaram a história do município

10 de novembro de 2021
  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023