Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

Governadores criticam mudanças na PEC da Segurança: entenda polêmica

de Portal Anápolis
em Brasil, SEGURANÇA
A A
Governadores criticam mudanças na PEC da Segurança: entenda polêmica
WhatsappFacebookTwitter

Ronaldo Caiado de Goiás e Romeu Zema de Minas encabeçam críticas à PEC a outras medidas de segurança, como o decreto que limita o uso das forças policiais.


Alvo de polêmicas e críticas de governadores, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública chegou a 2025 com uma nova roupagem, que segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, põe fim ao ponto central da discussão: a perda da autonomia dos estados. Segundo Lewandowski, “dúvidas foram completamente sanadas” após a nova redação que foi possível depois de cinco reuniões entre governo e estados. 

O que muda no texto

Entre as alterações previstas pela PEC está a mudança de artigos que tratam das competências da União, sejam elas privativas ou em comum com os estados, municípios e com o Distrito Federal. Além de alterar o Artigo 144, sobre os órgãos que cuidam da segurança pública em todo o país.

Um parágrafo único criado no Artigo 21 esclarece as novas atribuições concedidas à União em relação à segurança pública e define que elas “não excluem as competências comum e concorrente dos demais entes federados”, “nem restringem a subordinação das polícias militares, civis e penais e a dos corpos de bombeiros militares aos Governadores dos Estados e do Distrito Federal”.     

Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e Fundo Penitenciário Nacional (Funpen)

O novo texto prevê que, com a proposta, o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado por lei ordinária, passe a ter status constitucional, assim como a previsão do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário, que atualmente estão estabelecidos em leis próprias. 

Fundos que só poderão ser acessados pelos Estados, propõe o texto, caso as novas regras da PEC sejam seguidas. O que para o cientista político Eduardo Grin, é uma construção que o governo federal vem fazendo no sentido de tentar aumentar a coordenação federativa na segurança, nos moldes de como é feito hoje com o Sistema Único de Saúde (SUS). 

“O governo hoje está dizendo para os governadores: querem dinheiro do Fundo de segurança? Vai ter que aderir às regras que estamos hoje definido. Esse tipo de questão começa a gerar uma condução e uma coordenação maior da esfera federal sobre a área de segurança pública.” 

Para Grin, o diálogo feito pelo ministro Lewandowski e a edição do texto mostram prudência e se fazem necessários para começar a produzir uma coordenação maior nessa área.

Críticas ao novo texto

Uma das vozes mais fortes contra a PEC e outras medidas na área da segurança é a do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Depois da apresentação das mudanças, o chefe do executivo goiano alegou, em entrevista à CNN, mais uma vez que o texto é inconstitucional e não “tem chance” de ser aprovado pelos deputados e senadores.

Durante a entrevista à emissora, Caiado disse que irá trabalhar fortemente no Congresso Nacional, já que tem experiência no legislativo. 

“Ele [governo federal] vai precisar de 308 votos na Câmara e 49 votos no Senado Federal, tá certo? Eles não têm esse voto para poder tirar as prerrogativas dos estados”, disse Caiado à emissora de TV.

Para o presidente da Associação dos Militares Estaduais do Brasil (AMEBRASIL) e coronel da reserva da PM de São Paulo, Elias Miler da Silva, faltou diálogo na elaboração da PEC, o que deve dificultar a passagem dela pelo Congresso. 

“Uma falha democrática antes de apresentar essa proposta, tinha que chamar as entidades nacionais, das várias instituições que vão operar essa proposta, para que elas pudessem debater e apresentar propostas, para não ficar gerando desgastes políticos desnecessários.” 

Também contrário à PEC, o governador Romeu Zema (Novo-MG) já havia falado sobre a proposta antes mesmo das mudanças serem apresentadas. Também à CNN, o governador de Minas defendeu que a Proposta detalhe medidas básicas de segurança antes de implementar soluções mais complexas e acredita que as novas medidas terão impacto limitado na redução da criminalidade.

“Não adianta ter o sistema integrado. É muito bom o sistema integrado, mas o bandido vai continuar solto”, disse Zema à CNN.

Portarias sobre uso das forças policiais 

Além das mudanças na PEC, o Ministro da Justiça também assinou, na última sexta-feira (17), três portarias (855/2025, 856/2025 e 857/2025) que regulamentam as regras para o uso da força por policiais de todo o país, previstas no decreto do presidente Lula de 24 de dezembro de 2024. 

O governador Caiado usou as redes sociais para criticar as medidas e levantou três pontos principais: a criação de um comitê para discutir com vários membros como ser feito o combate da criminalidade no país; a preferência pelo uso de armas não letais nos confrontos; e a avaliação do uso de algemas.

Segundo o governador de Goiás, as portarias teriam sido baseadas em decretos internacionais. “Com portarias como essas, a conivência e a leniência do governo com a criminalidade, fica mais do que clara. Nós precisamos de medidas enérgicas capazes de fazer valer a presença do Estado e não a submissão do Estado aos faccionados e ao crime do Brasil como hoje é uma realidade, exceção ao meu estado de Goiás.” 


Fonte: Brasil 61

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

Chuva forte pode atingir Anápolis nesta quinta-feira (5) e volume pode ultrapassar 15 mm
Tempo

Sexta-feira terá céu carregado e pancadas de chuva ao longo do dia

Empréstimo consignado é usado por maioria de beneficiários do INSS para pagar dívidas, revela pesquisa
Brasil

Empréstimo consignado é usado por maioria de beneficiários do INSS para pagar dívidas, revela pesquisa

Terça-feira será de temporais e céu fechado, com chuva já pela manhã
Anápolis

Quinta-feira terá temporais e queda na temperatura, aponta previsão do tempo

Chuva forte pode atingir Anápolis nesta quinta-feira (5) e volume pode ultrapassar 15 mm
Anápolis

Chuva forte deve marcar a quarta-feira, com volume perto de 18 mm e alta umidade

Mpox: Brasil registra 140 casos em 2026; saiba os estados com mais ocorrências.
Brasil

Mpox: Brasil registra 140 casos em 2026; saiba os estados com mais ocorrências.

Prospera Anápolis: Evento realizado pela Câmara vai reunir associações e entidades para discutir economia do município
Anápolis

Chuva, calor moderado e possibilidade de arco-íris marcam previsão do tempo para esta terça-feira em Anápolis

Próximo Artigo
‘Caloteiro’: Márcio Corrêa dispara contra dívidas deixadas por Roberto Naves

‘Caloteiro’: Márcio Corrêa dispara contra dívidas deixadas por Roberto Naves

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

Tiago Neri é uma das apostas da advocacia para Vereador?

Tiago Neri é uma das apostas da advocacia para Vereador?

Liderança de resultados e proximidade com o presidente

Senado analisa projeto de Lei que propõe isenção da conta de energia aos atingidos por enchentes

Senado analisa projeto de Lei que propõe isenção da conta de energia aos atingidos por enchentes

Lula deixa carceragem da PF em Curitiba

Jafel Filho, estrela do UFC, ministra culto para homens na Church City

Jafel Filho, estrela do UFC, ministra culto para homens na Church City

“Poderíamos fazer uma ponte por um terço do valor”, diz Márcio Corrêa sobre obra estaiada

Márcio Corrêa critica irregularidades no programa Graduação e defende prioridade para educação infantil em Anápolis

  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023