Ex-presidente da Goinfra afirma que pretende levar experiência de gestão para o Congresso e destaca entrega do Anel Viário, recuperação de pontes e investimentos no aeroporto de cargas.
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O ex-presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) Pedro Sales, candidato a deputado federal pelo PSD, afirmou em entrevista ao jornalista Richelson Xavier, no Jornal da Voz, que pretende transformar a experiência acumulada na gestão pública em atuação no Congresso Nacional. Servidor público federal de carreira, Sales contou que iniciou sua trajetória política trabalhando com o então senador Ronaldo Caiado e posteriormente integrou o governo de Goiás. À frente da Goinfra, tornou-se conhecido pela atuação em infraestrutura e agora afirma que pretende defender o setor em Brasília. “Poucos são os parlamentares que se dedicam às questões da infraestrutura”, disse. Além da área, citou segurança pública e educação como outras pautas que pretende priorizar, incluindo a intenção de contribuir com propostas de combate às organizações criminosas.
Em relação a Anápolis, Sales relembrou a atuação da Goinfra durante o início da gestão do prefeito Márcio Corrêa e citou dois problemas considerados estratégicos para o município: as pontes danificadas pelas chuvas e o Anel Viário, que permaneceu por anos sem conclusão. Segundo ele, a agência conseguiu entregar a obra e melhorar a ligação com o Distrito Agroindustrial de Anápolis. “Entregamos o Anel Viário e hoje a trafegabilidade ali no Distrito Agroindustrial de Anápolis é extremamente facilitada por conta dessa obra”, afirmou. Sales também disse que a cidade passou a ocupar posição prioritária em sua trajetória política e que tem sido bem recebido pela população. “Apesar de não ser anapolino, sempre tive a cidade de Anápolis como uma prioridade, como uma vontade de ajudar. E, sem dúvida nenhuma, uma vez chegando lá, ela será minha prioridade no Estado”, declarou.
O ex-presidente da Goinfra também detalhou uma das últimas intervenções realizadas em sua gestão no aeroporto de cargas de Anápolis. Segundo Sales, foram investidos cerca de R$ 30 milhões na implantação de três canais de drenagem e na recomposição da vegetação para conter um processo de erosão que ameaçava a estrutura da pista. Ele afirmou que a obra solucionou o passivo ambiental que havia impedido novos investimentos estruturais no local. Ao comentar novamente o Anel Viário, Sales disse que encontrou projetos executivos precários, sem estudos topográficos, geotécnicos e hidrológicos adequados. “Não tinha nada. Vamos ser bem diretos”, afirmou. Segundo ele, foi necessário recuperar trechos já executados, refazer o projeto executivo e adequar a execução às exigências técnicas antes da conclusão da obra.












