Equipe da Secretaria Municipal de Saúde realizou visita técnica à maternidade e à Santa Casa para verificar o fluxo de pacientes, a disponibilidade de leitos e garantir a continuidade da assistência às gestantes.
Foto: Victor Melo / Prefeitura de Anápolis
A Secretaria Municipal de Saúde de Anápolis realizou, na tarde desta quarta-feira (5), uma visita técnica à Maternidade Dr. Adalberto e à Santa Casa de Anápolis para acompanhar o fluxo de atendimentos, avaliar a ocupação de leitos e monitorar a assistência prestada às gestantes da rede pública. Na Maternidade Dr. Adalberto, a equipe constatou que os atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) permanecem paralisados desde o dia 31 de julho, apesar de o convênio com a Prefeitura estar regularizado. No momento da inspeção, a unidade mantinha apenas um paciente do SUS, internado antes da interrupção dos serviços, e um paciente particular.
Durante a visita, a equipe da Semusa cobrou da direção da maternidade a normalização imediata dos atendimentos às pacientes do SUS, reforçando a necessidade de cumprimento da assistência contratualizada e da garantia de acesso seguro às gestantes. A Secretaria também determinou que todas as pacientes que procurarem a unidade sejam acolhidas, avaliadas e tenham seus atendimentos devidamente registrados, inclusive quando houver necessidade de encaminhamento para outra instituição. Segundo a secretária municipal de Saúde, Jaqueline Rocha, a documentação de todo o processo é essencial para assegurar transparência, rastreabilidade e segurança no atendimento. “É importante que tudo isso seja documentado para que tenhamos informações e transparência”, afirmou.
Na Santa Casa de Anápolis, a equipe técnica verificou que a unidade tem conseguido absorver a demanda materno-infantil decorrente da paralisação da Maternidade Dr. Adalberto. Para atender o aumento no número de pacientes, o hospital ampliou a oferta de leitos obstétricos por meio do remanejamento de leitos pediátricos. A diretora da Semusa, Raquel Barros, destacou que o acompanhamento contínuo dessas informações é fundamental para garantir a organização da rede e o atendimento adequado às gestantes. “Eles tiveram que abrir novos leitos, remanejando os pediátricos para obstétricos. Também é importante que tenhamos essas informações documentadas”, ressaltou.













