Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

Governo estuda reduzir investimentos para saúde e educação

de Richelson Xavier
13 de junho de 2024
em Geral
A A
Governo estuda reduzir investimentos para saúde e educação
WhatsappFacebookTwitter

Para especialista, o Brasil gasta mais do que o previsto no orçamento.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Ministério da Fazenda estuda uma proposta de alterar as regras orçamentárias atuais para as áreas da saúde e educação, em uma tentativa de aproximar o crescimento dessas despesas à lógica em vigor no arcabouço fiscal de 2,5%. A ideia é que esses gastos – que são mais elevados – também estejam limitados ao que foi estipulado no marco fiscal.

O economista e professor da Faculdade do Comércio de São Paulo Rodrigo Simões explica que os pisos constitucionais foram instituídos para garantir um investimento mínimo nas áreas essenciais. Segundo ele, a proposta de flexibilização busca reduzir esses percentuais para tentar controlar os gastos públicos, uma vez que o país já não cabe mais no orçamento.

“Hoje a gente enfrenta um desafio, que é o quê? A nossa constituição, com seus percentuais mínimos de investimento, por exemplo, em saúde e educação, hoje já não cabe mais no orçamento público brasileiro. Então por isso que querem tentar dar uma segurada nesses pisos para ver se sobra um pouco mais de dinheiro para investir em outras áreas”, esclarece.

Um relatório divulgado pelo Tesouro Nacional no início do ano fez uma estimativa de liberar até R$ 131 bilhões para outros gastos de custeio e investimentos até 2033 com a flexibilização dos pisos da saúde e da educação. Na opinião do economista Rodrigo Simões, a medida precisa ser feita.

“Se o governo não busca fechar o orçamento de uma forma que ele consiga cumprir o próprio orçamento que ele prometeu, isso só vai gerar mais endividamento do setor público, que consequentemente gera mais pagamento de dívidas”, analisa.

Atualmente, está previsto na Constituição 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) para o piso da saúde e 18% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para educação.

Governo precisa economizar

Projeções do governo federal, conforme dados divulgados pela Câmara dos Deputados, mostram que os pisos das duas áreas vão somar R$ 336,3 bilhões em 2025 e consumir 44% do orçamento disponível para todas as despesas não obrigatórias. O percentual subirá para 51% em 2026, 63% em 2027 e 112% em 2028, quando faltariam R$ 12 bilhões para custeio e investimentos em outras áreas.

De acordo com o economista e professor da Faculdade do Comércio de São Paulo Rodrigo Simões, o Brasil necessita e carece de investimentos capazes de gerar mais empregos em regiões como Nordeste e Norte, que são as mais carentes hoje no país.

“E aí esses 130 bilhões para onde eles iriam? Eles iriam para a infraestrutura, iriam para investimento em inovação e tecnologia, desenvolvimento regional, fortalecimento da segurança pública, estímulo a qualidade do emprego e a formação profissional”, destaca.

O economista Newton Marques acredita que o governo precisa reestruturar as contas e os gastos públicos se preocupando com o que realmente é necessário.

“O governo está preocupado com as críticas que estão fazendo com relação ao que não vai conseguir cumprir, o que tem prometido, o déficit zero, porque as receitas não têm crescido tanto como estava sendo esperado e as despesas cada vez mais existem e ainda a necessidade, por conta do governo de coalizão, de serem feitos gastos”, pontua.

Recentemente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que pretende estudar alternativas. 

“São vários cenários que estão sendo discutidos pelas áreas técnicas, mas nenhum foi levado ainda à consideração do presidente. Nós vamos, por ocasião da discussão do orçamento, nós vamos levar algumas propostas ao presidente, que pode aceitar ou não, dependendo da avaliação que ele fizer”, avalia.

Fonte: Brasil 61

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

Empresas têm até novembro para corrigir R$ 1,3 bilhão em inconsistências de PIS/Cofins
Geral

Empresas têm até novembro para corrigir R$ 1,3 bilhão em inconsistências de PIS/Cofins

21 de setembro de 2026
Márcio e Carla Corrêa participam de ato com Flávio Bolsonaro e Gustavo Gayer na Paulista
Geral

Márcio e Carla Corrêa participam de ato com Flávio Bolsonaro e Gustavo Gayer na Paulista

9 de setembro de 2026
“Estremeci, pois sou ser humano”: Reamilton comenta fim de ação que questionava chapa do Podemos
Geral

“Estremeci, pois sou ser humano”: Reamilton comenta fim de ação que questionava chapa do Podemos

8 de setembro de 2026
Geral

CDL Anápolis integra comitiva da FCDL-GO no OmniVarejo 2026

28 de agosto de 2026
Conferência de Mulheres Keep Moving reúne Maria Luquet, Ana Nóbrega e Kesia Cunha em Anápolis
Geral

Conferência de Mulheres Keep Moving reúne Maria Luquet, Ana Nóbrega e Kesia Cunha em Anápolis

28 de agosto de 2026
Daniel Vilela fará primeira agenda em Anápolis após início da campanha em evento de Amilton Filho
Eleições 2026

Daniel Vilela fará primeira agenda em Anápolis após início da campanha em evento de Amilton Filho

19 de agosto de 2026
Próximo Artigo
Eleições 2024: é possível votar sem o título de eleitor?

Eleições 2024: é possível votar sem o título de eleitor?

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

Goiás recebe 211 mil vacinas, maior remessa contra Covid-19 destinada para primeira dose

Governo de Goiás recebe segundo lote de vacinas da Pfizer, um total de 37.440 doses

11 de maio de 2021
Coppolla critica política econômica de Lula: “Descontrole fiscal afunda o real e mercado perde confiança”

Coppolla critica política econômica de Lula: “Descontrole fiscal afunda o real e mercado perde confiança”

18 de dezembro de 2024
Onde estão as provas contra Bolsonaro? O debate sobre as acusações da Polícia Federal

Bolsonaro rebate matéria de O Globo e desafia Polícia Federal sobre contrato de reforma

6 de dezembro de 2024

Primeiro voo internacional pousa em Goiânia nesta sexta-feira, dia 02

1 de outubro de 2020
Márcio Corrêa aparece à frente de Ronaldo Caiado em ranking nacional de influência nas redes sociais

Márcio Corrêa aparece à frente de Ronaldo Caiado em ranking nacional de influência nas redes sociais

20 de julho de 2026
Empresários pressionam Congresso contra medida de Fernando Haddad

Empresários pressionam Congresso contra medida de Fernando Haddad

14 de janeiro de 2023
  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023