Gislene Silva Maia, coordenadora do curso de Psicologia do Centro Universitário Fama, fala sobre maternidade, sensibilidade e transformação.
Neste 10 de maio, data em que celebramos o Dia das Mães, é impossível não refletir sobre o papel silencioso, forte e transformador da maternidade. Mais do que uma homenagem, este é um momento para reconhecer mulheres que, diariamente, equilibram desafios, renúncias e amor em sua forma mais genuína. Entre essas histórias está a da coordenadora do curso de Psicologia do Centro Universitário Fama, Gislene Silva Maia, que compartilha uma visão sensível sobre como ser mãe transformou profundamente sua maneira de viver, enxergar o mundo e até mesmo exercer sua profissão.
Para Gislene, a maternidade reorganizou prioridades e deu novo significado às urgências da vida. Segundo ela, ser mãe não significa dar conta de tudo, mas aprender a estar inteira naquilo que realmente importa. A experiência de maternar trouxe novos desafios, mas também ensinamentos sobre paciência, resiliência e amor. “A maternidade é um aprendizado contínuo, é um ressignificar todos os dias”, afirma. Em tempos onde tantas mulheres vivem a pressão da perfeição, o relato da psicóloga resgata algo essencial: a maternidade real é feita de construção, amadurecimento e presença.
Essa transformação pessoal também impactou diretamente sua atuação dentro da educação. À frente do curso de Psicologia no Centro Universitário Fama, Gislene explica que passou a desenvolver ainda mais sensibilidade no trato com os acadêmicos, entendendo que, por trás de cada aluno, existem histórias, dores, desafios e sonhos. Em uma sociedade marcada pela pressa e pela superficialidade, enxergar o outro com empatia talvez seja um dos maiores atos de humanidade. “Educar, assim como maternar, é um ato de cuidado”, resume.
O olhar da coordenadora reforça algo que muitas vezes passa despercebido: mães não transformam apenas suas famílias, mas também os espaços por onde passam. No ambiente acadêmico, no trabalho, na comunidade e dentro de casa, elas carregam a capacidade de formar, acolher e inspirar. O Centro Universitário Fama, que historicamente valoriza o protagonismo feminino em suas coordenações e projetos educacionais, tem em profissionais como Gislene um exemplo desse compromisso com o cuidado e a formação humana.
Neste Dia das Mães, 10 de maio, fica uma reflexão importante: talvez o maior legado de uma mãe não esteja apenas no que ela ensina com palavras, mas no exemplo silencioso de amor, dedicação e coragem. Porque maternar é, acima de tudo, construir futuros. E educar, como bem lembra Gislene Silva Maia, também é uma forma de amar.













