Capital simbólica: Amilton Filho quer sede do Governo Estadual no Município no dia 31 de Julho

Por ser o dia do Aniversário da Cidade, parlamentar deseja que o Governador e seus auxiliares despachem de Anápolis

Proposta do deputado Amilton Filho (SD), tramita na Assembleia Legislativa o projeto que dispõe sobre o funcionamento da sede simbólica do Estado de Goiás no município de Anápolis no dia 31 de julho, quando se comemora o 112º aniversário da cidade. Caso seja aprovado, os chefes dos poderes e dos órgãos constitucionais, autônomos, com os respectivos secretários e auxiliares, poderão despachar da capital simbólica, bem como realizar audiências públicas, previamente agendadas.

Para justificar a proposta, o parlamentar destaca a importância de Anápolis para a economia e a história do Estado. Considerada um dos maiores entroncamentos rodoviários do País, Anápolis é ligada a Goiânia pelas rodovias duplicadas BR-060 e BR-153, a Brasília pela duplicada BR-060, ao norte do país pela BR-153, à cidade de Nerópolis pela GO-222, de Leopoldo de Bulhões pela GO-330, de Corumbá de Goiás pela BR-414 e de Gameleira de Goiás pela GO-437.

Justificativas

Amilton Filho frisa que o terceiro maior município em população do estado de Goiás conta com um dos mais avançados centros de saúde do interior do Brasil e afirma que a ALA 2, antiga Base Aérea de Anápolis, é uma das mais importantes unidades da Força Aérea Brasileira, atualmente operando os caças F-5EM do 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) cuja missão primordial é a guarda e a defesa da Capital Federal.

O parlamentar cita ainda o Distrito Agroindustrial de Anápolis, que tem por objetivo agregar valor à produção agropecuária e mineral da região e um dos principais motivos de Anápolis ter se consolidado como o 22º maior município importador do Brasil, com US$ 1,5 bilhão em volume. Conta, ainda – diz Amilton – com o Porto Seco Centro-Oeste, um terminal alfandegário de uso público, de zona secundária, destinado à prestação de serviços de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, alega. A proposta foi  aprovada preliminarmente em Plenário e, segue, agora, para análise na Comissão de Constituição e Justiça.

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