Cristielly e Marcello Henrique criaram com as próprias mãos a identidade visual, castelos e elementos da decoração; cerimônia teve música medieval, corredor de espadas e referências à Disney e Barbie.
Por Richelson Xavier
Um casamento realizado em Anápolis transformou o sonho de dois artistas em uma experiência inspirada nos universos medievais, da fantasia e dos quadrinhos. A arquiteta e professora de artes Cristielly e o artista e professor Marcello Henrique celebraram a união no dia 18 de julho, na Chácara do Italiano, com uma cerimônia planejada para refletir a personalidade e as referências culturais do casal. Em vez de entregar a criação do cenário a uma equipe tradicional, os dois decidiram produzir os próprios elementos artísticos. Marcello desenhou à mão a identidade visual e um brasão exclusivo para a celebração, enquanto Cristielly confeccionou os castelos utilizados nos centros de mesa e outros detalhes da ambientação.
A experiência também foi construída por meio da música e dos figurinos. Músicos tocaram ao vivo canções medievais, incluindo composições cantadas em alemão, enquanto as crianças entraram ao som de temas da Disney. A florista teve como trilha uma música do filme “Barbie e as Doze Princesas Bailarinas”. Os padrinhos vestiram trajes medievais e, ao final, formaram um corredor de espadas para a passagem dos noivos. As crianças participaram caracterizadas como príncipes e princesas, enquanto as damas de honra, usando vestidos vermelhos e coroas, conduziram um baú até o altar. Cristielly e Marcello completaram a proposta assumindo simbolicamente os papéis de rei e rainha da celebração.
Segundo Cristielly, produzir a estrutura artística do casamento do zero representou um dos maiores desafios do projeto, mas também tornou a cerimônia ainda mais pessoal. “Sempre acreditamos que a arte pertence a todos os lugares, e no nosso grande dia não seria diferente”, afirmou. Para o casal, ver os convidados imersos em um universo criado pelas próprias mãos foi a principal recompensa. A intenção agora é compartilhar a experiência para mostrar que referências pessoais, arte e criatividade podem transformar uma celebração tradicional em um evento construído a partir da identidade dos próprios noivos.












