Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

Indústria agrícola foi responsável por 6,4% do último PIB, com mais de R$ 540 bi

de Portal Anápolis
em Agronegócio, Economia
A A
Indústria agrícola foi responsável por 6,4% do último PIB, com mais de R$ 540 bi

Colheita de trigo, colheita de grãos

WhatsappFacebookTwitter

Introdução das máquinas agrícolas foi fundamental para revolucionar o agronegócio nacional, que hoje responde por um quarto do PIB do Brasil.

Foto: Divulgação

A indústria agrícola sozinha foi responsável por 6,4% do último Produto Interno Bruto (PIB) nacional, com mais de R$ 540 bilhões. Os primeiros tratores e colheitadeiras foram introduzidos nos campos entre 1959 e 1966 e a mecanização fez com que o setor se tornasse um dos mais importantes para a economia. Cláudio Bier, presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas Agrícolas (Simers) destaca que, sem a tecnologia desenvolvida por essa indústria, o agronegócio brasileiro jamais teria alcançado o destaque mundial de hoje.

“Há 10 anos, uma colheitadeira colhia mil sacos de grãos por dia. Hoje uma colheitadeira colhe seis mil sacos. Plantio levava 45 dias, hoje, estamos fazendo em 15 dias, com muito mais precisão. O que é que traz isso? Onde se fazia uma safra está se fazendo duas, e onde se faziam duas estão sendo feitas três. Então, esse avanço da tecnologia das máquinas agrícolas proporcionou tudo isso. Sem isso aí, nós não teríamos a quantidade de grãos plantados e colhidos que temos hoje”, lembra Bier.

A evolução da indústria do setor mostra o quanto a tecnologia cresceu junto com o mercado. Segundo a série histórica do Cepea, em 1996, a indústria do agronegócio foi responsável por R$ 103 bilhões, e rompeu a barreira dos R$ 200 bilhões na década de 2000. Nos últimos três anos, tem uma média de quase R$ 500 bilhões de reais.

Pedro Estevão, vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), explica que o crescimento do Brasil como player do agronegócio se deve justamente à organização e constante atualização de tecnologias e maquinários agrícolas. Justamente por isso, quando a demanda mundial por alimentos aumentou na pandemia, o Brasil estava preparado.

“Nós somos altamente competitivos no mercado internacional e o agronegócio não parou. Tanto é que a venda de máquinas agrícolas lá em 2020, no auge da pandemia, aumentou 17%. Para a indústria isso é muito. Em 2021 foi um ano excepcional, foi um ano em que a gente vê poucas vezes na vida, pois aumentou 42% a venda de máquinas. Esse ano já estamos com 9% acumulado de venda de máquinas”, destaca Estevão. 

E o crescimento da demanda pelo maquinário agrícola impulsionou também o mercado de trabalho nessa área. “Para se ter uma ideia, nesse período pós-pandemia nós aumentamos quase 30% a mão de obra direta na indústria. Ou seja, o campo precisou de máquina e a indústria respondeu. Basicamente tivemos um aumento de área plantada nesses dois anos de pandemia para fornecer alimento para o mundo”, destaca.

Cláudio Bier, presidente da Simers, explica que a produção não para porque os agricultores precisam acompanhar as novidades do mercado para continuarem competitivos. “Em 1980 a renovação do parque de máquinas era de aproximadamente 16 anos, hoje, com a evolução dos modelos, o agricultor troca suas máquinas a cada dez anos para buscar novas tecnologias”, afirma.

O crescimento também se traduz nas montadoras. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entre 1960 e 2020 foram vendidos no Brasil 2,81 milhões de tratores – segundo o último censo do IBGE (2017), entre tratores, semeadeiras e colheitadeiras, a frota atual é superior a 2 milhões de máquinas. 

O faturamento anual dessa indústria rompeu a barreira de US$ 1 bilhão em 1975 e, de lá para cá, só tem evoluído. Os melhores anos foram entre 2011 e 2013, quando o faturamento por ano foi superior a US$ 11 bilhões. Além disso, o setor emprega atualmente aproximadamente 18 mil pessoas. Segundo balanço da Anfavea, apenas de 2011 a 2022, 6,8 milhões de unidades de tratores, colheitadeiras e retroescavadeiras foram produzidas no mercado nacional.

O mercado de máquinas agrícolas no Brasil é segmentado, basicamente, por tratores, arados, máquinas de plantio, colheitadeiras e irrigação. A mecanização agrícola se iniciou no país com a instalação da indústria de tratores no ano de 1959, quando foi instituído o Plano Nacional da Indústria de Tratores de Rodas. Já as colheitadeiras começaram a ser implantadas a partir de 1966. 

A organização e o intenso processo de modernização das cadeias produtivas do agronegócio, incluindo as novas tecnologias e máquinas agrícolas, fizeram com que o setor ganhasse ainda mais relevância em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB do agronegócio brasileiro cresceu 8,36% em 2021. 

Fonte: Brasil 61

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

Fim da escala 6×1 ganha força no Congresso e acende alerta no setor produtivo
Economia

Fim da escala 6×1 ganha força no Congresso e acende alerta no setor produtivo

Banco Master: grupo de senadores se reúne com diretor da PF e presidente do STF
Economia

Banco Master: grupo de senadores se reúne com diretor da PF e presidente do STF

Inflação pelo IPC-S sobe 0,59% na 1ª quadrissemana de fevereiro e repete valor da última apuração
Economia

Inflação pelo IPC-S sobe 0,59% na 1ª quadrissemana de fevereiro e repete valor da última apuração

Juros altos fazem faturamento da indústria estagnar em 2025
Brasil

Juros altos fazem faturamento da indústria estagnar em 2025

Gasto Brasil: despesas públicas superam R$ 560 bi em 2026
Economia

Gasto Brasil: despesas públicas superam R$ 560 bi em 2026

Inflação pelo IPC-S sobe 0,59% na 4ª quadrissemana de janeiro
Economia

Inflação pelo IPC-S sobe 0,59% na 4ª quadrissemana de janeiro

Próximo Artigo
Bolsonaro anuncia redução no preço dos alimentos

Bolsonaro anuncia redução no preço dos alimentos

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

A necessidade da polarização diante do Extremismo Ideológico

A necessidade da polarização diante do Extremismo Ideológico

Vereador anapolino faz discurso contra fala do Lula sobre policiais

Cabo Fred Caixeta se indigna após jovem perder o bebê por ter abdômen perfurado em Anápolis

Escotismo ganha força na Câmara Federal

Novos membros do Conselho Municipal de Educação tomaram posse

Novos membros do Conselho Municipal de Educação tomaram posse

Pesquisa revela alta taxa de rejeição a Antônio Gomide para as eleições de 2024

Pesquisa revela alta taxa de rejeição a Antônio Gomide para as eleições de 2024

ABSURDO: Casal oferecia filhos adotados para serem abusados por grupo de pedófilos

ABSURDO: Casal oferecia filhos adotados para serem abusados por grupo de pedófilos

  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023