Vitor Hugo fala sobre Nova Previdência em Goiânia

Da Redação

Cerca de 200 pessoas, entre deputados estaduais, representantes de associações e sindicatos participaram da palestra sobre Nova Previdência, que aconteceu na sexta-feira (22), no auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.

O evento é uma iniciativa do Líder do Governo na Câmara, Deputado Federal Vitor Hugo, que tem o objetivo de percorrer pelas principais cidades do Brasil, e esclarecer as dúvidas quanto ao projeto.
Na ocasião, Vítor Hugo e um técnico do ministério da economia tiraram as principais dúvidas dos presentes, e dos internautas que acompanharam ao vivo pelo facebook.

A advogada Maria Tereza Ribeiro, que esteve presente, disse que antes da palestra estava com muitas dúvidas, e que agora aprova a Nova Previdência. “É um projeto que vai trazer um equilíbrio para as contas públicas”, disse ela.

O Orlindo Lacerda, do município de Alexânia, parabenizou a iniciativa do Líder, ao levar esclarecimentos à população sobre a Nova Previdência. ” É muito bom termos políticos preocupados em tirar as dúvidas de um projeto que vai impactar todo brasileiro”, afirmou.

O líder do Governo ficou satisfeito com a participação dos goianos na palestra. “Estamos aqui para esclarecer e sanar qualquer ansiedade quanto à Nova Previdência. Sabemos que é um projeto ousado, mas se todos colaborarem, poderemos ajudar no desenvolvimento do nosso Brasil. Se esse projeto não for aprovado, veremos um país parar no tempo, sem desenvolvimento em diversas áreas, como saúde, educação e segurança pública”, disse Vitor Hugo.

Reforma dos militares

Durante a audiência pública, o deputado também tratou da questão da reforma dos militares, que vem sendo considerada uma categoria que envolve muitos privilégios. O deputado afirmou que devido a MP 2215/2001, os militares acabaram permitindo uma economia antecipada para os cofres públicos. Com a medida, a categoria abriu mão das pensões para os filhos, auxílio moradia, adicional por tempo de serviço e, agora a alíquota de contribuição passará de 7,5% para 10.5%, além do aumento por tempo de serviço. Com isso, a carreira deverá ser completamente reestruturada, e promoverá um superávit.

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