Durante motocarreata em Goiânia, Flávio Bolsonaro defendeu alinhamento com Wilder Morais e prometeu atuação conjunta para buscar investimentos, infraestrutura e oportunidades para Goiás.
Fotos: Brunno Zotto
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) pediu neste domingo (27), em Goiânia, votos para Wilder Morais (PL) na disputa pelo Governo de Goiás. Durante motocarreata que percorreu ruas da capital, Flávio vinculou as duas candidaturas e afirmou que pretende trabalhar ao lado de Wilder caso ambos sejam eleitos. “Quem vota aqui no Goiás em Flávio Bolsonaro 22 tem que votar para governador Wilder Morais 22”, declarou. Segundo o material da campanha, o presidenciável citou como prioridades a busca por investimentos em infraestrutura, a geração de oportunidades, o fortalecimento do agronegócio e da indústria e o aproveitamento das riquezas minerais do estado.
Wilder retribuiu o apoio e defendeu a eleição de Flávio para a Presidência. O candidato ao governo afirmou que sua candidatura representa a direita na disputa estadual e classificou o MDB como “puxadinho do PT”, declaração de caráter eleitoral feita pelo próprio candidato. “Vai ser 22 lá na Presidência com Flávio Bolsonaro e 22 cá com Wilder Morais”, disse. Em seguida, pediu aos apoiadores uma votação expressiva para o presidenciável em Goiás. Flávio, por sua vez, afirmou que Wilder seria seu interlocutor na busca por recursos e investimentos para o estado. A estratégia de aproximar as duas campanhas também foi destacada durante o ato público realizado após a carreata.
A mobilização saiu das proximidades do Estádio Serra Dourada e terminou no Parque Flamboyant, onde os candidatos discursaram e atenderam a imprensa. Motocicletas, caminhonetes, carros de passeio, trios elétricos e caminhões participaram do percurso. Além de Flávio e Wilder, estiveram no principal carro do ato a candidata a vice-governadora Ana Paula Rezende e os candidatos ao Senado Gustavo Gayer e Oséias Varão. O release da campanha estimou a participação em cerca de 10 mil pessoas, enquanto outras fontes divulgaram números menores atribuídos à organização em momentos distintos do evento; por isso, não há uma estimativa independente consolidada do público.












