Portal Anápolis
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Portal Anápolis
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados

Central de Atendimento à mulher registrou 1,3 milhão de chamadas em 2019

de Portal Anápolis
em Brasil
A A
WhatsappFacebookTwitter

A violência doméstica e familiar representa 78,96% das violações registradas na central

Por Redação

ACentral de Atendimento à Mulher, conhecida como  “Ligue 180”, registrou 1,3 (1.314.113) milhão de ligações em 2019. É o que mostra o balanço divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Os dados apontam que houve, entre 2018 e 2019, um aumento de 7,95% nas denúncias por violência doméstica e familiar (de 62.485 para 67.438). De acordo com o balanço, as violações mais recorrentes do Ligue 180 são referentes à violência doméstica e familiar (78,96%). Desse total, 61,11% são de violência física; 19,85% de violência moral; e 6,11% de tentativa de feminicídio.

Anúncio

A faixa mais recorrente está entre as mulheres declaradas pardas, com faixa etária entre 25 a 30 anos. Nos registros de violência doméstica, a relação com as vítimas são: 33,15% companheiros; 17,94% ex-companheiros e 12,13% cônjuges.

Confira o balanço de 2019 

Segundo a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, os números mostram a necessidade de o País fazer uma reflexão geral sobre as prioridades das políticas públicas.

“A violência contra a mulher vem crescendo no Brasil. A violência contra a criança e o idoso também. A gente precisa, a todo instante, lembrar a importância de falar sobre isso, porque à medida que a gente fala, a gente está fazendo esse papel de conscientizar. Temos que fazer um grande trabalho de conscientização e de educação no Brasil”, disse Damares Alves.

Do total de atendimentos telefônicos, 6,5% foram denúncias. As outras ligações foram para solicitação de informações sobre a rede de proteção e direitos das mulheres (47,91%) ou para elogios, sugestões, reclamações e trotes (45,59%).

Também foram divulgadas as principais dúvidas recebidas no Ligue 180. Muitas das pessoas querem saber, por exemplo, qual é a lei que dispõe sobre a violação doméstica; as penas para o agressor e como se deve fazer caso esteja sofrendo algum tipo de violência familiar.

De acordo com o balanço, o tempo médio de espera para ser atendido na central em 2019 foi de quatro segundos; e a média de duração das chamadas, de três minutos e 40 segundos.

O principal objetivo do balanço é gerar subsídios que auxiliem o governo na elaboração de políticas públicas para o combate à violência contra a mulher.

Atendimento Ligue 180

O Ligue 180 é um serviço gratuito que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. A ligação pode ser feita por celular ou telefone fixo. O atendimento é confidencial e realizado só por mulheres. A central registra denúncias de violações dos direitos das mulheres, encaminha o conteúdo dos relatos aos órgãos competentes e monitora o andamento dos processos. Também tem a função de orientar mulheres em situação de violência e direcioná-las aos serviços especializados da rede de atendimento.

180 em outros países

O Ligue 180 também está presente em outros 16 países: Portugal, Espanha, Itália, Argentina, Bélgica, EUA, França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Suíça, Uruguai e Venezuela. No ano passado, foram feitos 35 atendimentos a brasileiras vítimas de violência fora do Brasil. Os atendimentos são realizados em português, inglês e espanhol.

Cuidado durante a pandemia

Durante a pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou uma série de iniciativas para minimizar as violações de direitos humanos relacionados ao tema. Entre elas, o incentivo à denúncia por meio do 180; a publicação de cartilhas para estimular a vigilância solidária entre os vizinhos em casos de violência doméstica e a divulgação de campanhas em redes sociais, rádio e tv.

Também foi criado, neste período de pandemia, um grupo de trabalho com defensores públicos, promotores e representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública para garantir atendimento remoto e ágil às mulheres de todo o País.

A ministra Damares Alves lembrou que, nesta fase de distanciamento social, as mulheres podem estar em casa convivendo o tempo todo com o agressor, o que dificulta ainda mais a ida até uma delegacia para fazer a queixa.

“O dia a dia já está mostrando para todo mundo que a violência contra a mulher é uma crescente no Brasil, especialmente neste momento de pandemia. Com base em que nós vimos em outros países, que a violência doméstica cresceu neste período, nos antecipamos em ações para minimizar os efeitos”, finalizou.

Com informação do Governo Federal

Foto: Polícia Civil do Distrito Federal

EnviarCompartilharTwitter

Mais Artigos

2026 terá 13 feriados bancários nacionais; agências não abrem ao público
Brasil

2026 terá 13 feriados bancários nacionais; agências não abrem ao público

Expansão do 4G em áreas rurais beneficia 1,7 milhão de pessoas entre 2024 e 2025
Brasil

Expansão do 4G em áreas rurais beneficia 1,7 milhão de pessoas entre 2024 e 2025

Fronteira entre Brasil e Venezuela permanece aberta e sob monitoramento
Brasil

Fronteira entre Brasil e Venezuela permanece aberta e sob monitoramento

Bebê de 11 meses sobrevive após ser atingida por bala perdida durante festa de Ano Novo
Brasil

Bebê de 11 meses sobrevive após ser atingida por bala perdida durante festa de Ano Novo

Restrição da China à carne bovina pode causar impacto de US$ 3 bilhões ao Brasil
Brasil

Restrição da China à carne bovina pode causar impacto de US$ 3 bilhões ao Brasil

Janeiro terá chuvas irregulares e calor acima da média em grande parte do Brasil
Brasil

Janeiro terá chuvas irregulares e calor acima da média em grande parte do Brasil

Próximo Artigo

Anápolis registra mais uma morte por coronavírus e total sobe para 5

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

Gustavo Gayer: “Eu achei que seria importante criar um instrumento institucional para combater a censura”

Deputado Federal Gustavo Gayer cobra esclarecimentos da Ministra da Saúde sobre política de “saúde sexual” em escolas

Em Goiás, CPI da Saúde recebe liminar para suspender temporariamente as reuniões

Em Goiás, CPI da Saúde recebe liminar para suspender temporariamente as reuniões

Caiado sanciona lei que prevê cassação de licença para postos de combustíveis que adulterarem bombas

Idosa cadeirante é vítima de violência e autor é preso, em Anápolis

Idosa cadeirante é vítima de violência e autor é preso, em Anápolis

Samu e Corpo de Bombeiros simulam resgate em Anápolis

Anápolis chega à marca de 446 curados de Covid-19

  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Política
  • Economia
  • Saúde
  • Anápolis
  • Goiás
  • Brasil
  • Opinião

© 2023