Após ação social do Movimento Cuidaê no Instituto Luz de Jesus, Alicia Beiriz fez um desabafo emocionante e reforçou o compromisso de ampliar o trabalho em prol das crianças acolhidas.
Por Richelson Xavier
O que era para ser apenas mais uma ação solidária terminou deixando marcas profundas no coração de quem participou. A anapolina Alicia Beiriz publicou um vídeo emocionado nas redes sociais relatando a experiência vivida durante a ação do Movimento Cuidaê, realizada neste domingo (6), no Instituto Luz de Jesus, em Anápolis. Cercada por voluntários e dezenas de crianças, ela agradeceu a todos que colaboraram com a iniciativa e revelou que ainda não conseguiu organizar os próprios sentimentos após o encontro. “Quando a gente está cercado de criança, a gente sente que é um amor puro, é um amor genuíno. Foi um dia muito especial. Eu amo essa missão que Deus me deu, mas ela é muito difícil e dói”, declarou, visivelmente emocionada.
A programação reuniu café da manhã, brincadeiras, caça ao tesouro, música, presentes, balões, doações e momentos de convivência preparados especialmente para as crianças acolhidas pelo instituto. Alicia contou que a experiência foi transformadora e confessou que, por alguns instantes, teve vontade de permanecer ao lado delas. “Essas crianças precisam de amor, elas precisam ser vistas. Nós somos uma comunidade e, se queremos que o mundo seja um lugar melhor, precisamos começar aqui, na nossa cidade. As crianças de hoje são o futuro de amanhã. Elas precisam ser amadas, respeitadas e cuidadas”, afirmou. Ela também destacou que o Movimento Cuidaê pretende estar cada vez mais presente no Instituto Luz de Jesus e convidou a população a participar das próximas ações.
Na publicação que acompanha o vídeo, Alicia resumiu o sentimento vivido pelos voluntários. “Ainda estamos tentando colocar esse dia em palavras, mas acho que algumas experiências a gente não explica, a gente sente.” Ela afirmou que o grupo chegou levando doações, carinho e esperança, mas voltou para casa com muito mais do que imaginava. “Nos emocionamos. Porque a gente chega achando que vai levar cuidado, mas recebe muito mais do que imaginava.” Ao agradecer cada pessoa que contribuiu, apadrinhou, compartilhou ou esteve presente, Alicia reforçou que o Movimento Cuidaê nasceu para criar memórias, espalhar afeto e transformar vidas, lembrando que essa foi apenas a primeira de muitas ações que ainda estão por vir.












