Prefeito afirma que gestão será compartilhada com empresários, preservará a vocação do complexo para grandes eventos e impulsionará o desenvolvimento econômico.
Por Richelson Xavier – Foto: Paulo de Tarso
Antes de aceitar a concessão do Centro de Convenções de Anápolis, o prefeito Márcio Corrêa (PL) afirmou que reuniu representantes do setor produtivo para discutir o futuro do espaço. Durante o ato de assinatura da transferência da gestão do Governo de Goiás para o município, realizado no último dia 3, o chefe do Executivo destacou que a decisão foi construída de forma conjunta e que a administração do complexo será compartilhada com entidades empresariais e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). “Nós entendemos o tamanho da responsabilidade. Eu chamei parte do setor produtivo, nós estávamos conversando para discutir esse tema, porque essa gestão tem que ser compartilhada. Essa gestão tem que ser junto com a Codego e tem que dar certo. Nós não temos outro caminho”, afirmou.
Márcio Corrêa também ressaltou que o objetivo não é transformar o Centro de Convenções em um espaço administrativo, mas dar mais vida ao local sem descaracterizar sua finalidade. Segundo ele, apenas algumas secretarias administrativas funcionarão no complexo para aproximar a Prefeitura do setor produtivo, enquanto o atendimento ao público será transferido para a região central da cidade, atendendo a um pedido da CDL. “Aqui nós não vamos tirar o objetivo para o qual ele foi construído. Nós vamos potencializar os eventos, o entretenimento, os congressos e as feiras”, declarou.
O prefeito ainda anunciou que a Codego e a Secretaria Estadual de Indústria e Comércio irão realizar, no Centro de Convenções, a maior feira da indústria da história de Goiás. Além disso, informou que pretende apresentar, nos próximos 60 dias, o calendário oficial de eventos do espaço para o próximo ano. “Quero apresentar o calendário do Centro de Convenções para fomentar a nossa economia, fortalecer o setor hoteleiro e dar vida a esse espaço, que tem uma posição geográfica estratégica e privilegiada”, concluiu.












