Levantamento registrado no TSE ouviu 1.200 eleitores entre os dias 1º e 3 de maio e mediu a corrida pelo Palácio das Esmeraldas em Goiás.
Por Richelson Xavier
A nova pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-03145/2026 aponta vantagem do vice-governador Daniel Vilela (MDB) na disputa pelo Governo de Goiás em diferentes cenários analisados pelo instituto. O levantamento, contratado pelo portal Goiás em Destaque, ouviu 1.200 eleitores em diversas regiões do estado entre os dias 1º e 3 de maio de 2026 e avaliou os cenários espontâneo, estimulado e de rejeição para a eleição estadual do próximo ano. No voto espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado, Daniel Vilela aparece na frente com 18,4% das intenções de voto, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 9,7%. Wilder Morais (PL) soma 4,2%, enquanto Adriana Accorsi (PT) registra 2,6%. O índice de indecisos ainda é elevado, com 48,1% dos entrevistados dizendo não saber ou não opinar.
No cenário estimulado, em que os nomes são apresentados ao eleitor, Daniel Vilela amplia a vantagem e chega a 44,3% das intenções de voto. Marconi Perillo aparece em segundo, com 23,1%, seguido por Wilder Morais, com 10,9%, e Adriana Accorsi, com 8,7%. Edward Madureira registra 0,9% e Telêmaco Brandão, 0,6%. O levantamento também aponta 4,2% de votos nulos e 7,3% de eleitores indecisos ou que preferiram não responder. Entre os recortes regionais, Daniel apresenta melhor desempenho no Noroeste goiano, onde atinge 53,2%, enquanto Marconi tem força no Vale do Araguaia, chegando a 38,6%.
Já no índice de rejeição, Marconi Perillo lidera com 31,7% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência aparecem Adriana Accorsi, com 18,2%, Wilder Morais, com 14,4%, Daniel Vilela, com 9,8%, Edward Madureira, com 6,3%, e Telêmaco Brandão, com 4,9%. Outros 14,7% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados ou disseram não saber responder. O cenário reforça a posição de Daniel como principal nome da base governista, ao mesmo tempo em que expõe desafios eleitorais dos adversários em um momento ainda inicial da corrida pelo comando do Estado.













